terça-feira, 28 de novembro de 2017

São Joaquim do Monte - História


São Joaquim do Monte
Emancipação política
11 de setembro de 1928


 




Uma casa aos pés do monte. Foi essa, certamente, a primeira visão dos que aqui chegaram nas primeiras décadas do século 18.


Aba da Serra.
Assim chamava-se a região onde surgiu o povoado.

Quando Vila
São Joaquim

Quando Distrito
São Joaquim

Inicialmente o Município foi chamado de
São Joaquim,
depois Camaratuba, e por fim,
São Joaquim do Monte.

  Nosso Marco Zero.
Local onde hoje está edificado o sobrado do ex-prefeito Barnabé Monteiro.


Neste local foi construída a 1ª casa que deu origem ao povoado de São Joaquim.
Localização: Unidade federativa: Pernambuco
Emancipação Política:
11 de setembro de 1928.


Por que São Joaquim?
Foi uma homenagem ao Santo, pai da Virgem Maria, mãe de Jesus, esposo de Santana e sogro de José.

Mesorregião: Agreste Pernambucano
Microrregião: Brejo Pernambucano
Região Metropolitana: Agreste Central
Diatância até a capital (Recife): 134 km

Características Geográficas
Área: 242, 629 km²
População: 20.489 hab. IBGE 2010
Clima: Tropical Úmido

Limites do município:
Leste - Bonito
Oeste - Agrestina
Norte - Bezerros e Camocim
Sul - Cupira e Belém de Maria 

Particularidades:
No município de São Joaquim do Monte encontramos as regiões do:
Monte
Belo Monte
Monte Azul
Monte Alegre

Particularidades:
No município de São Joaquim do Monte encontramos os seguintes sítios batizados com o nome de frutas:
Cajueiro
Goiabeira
Jabuticaba
Bananeira
Bananeira
Cajá
Araticum 

São Joaquim do Monte – PE

Assim começa a nossa história...

Os primeiros forasteiros que por aqui chegaram nas primeiras décadas do século XVIII vindos do litoral, certamente tiveram a mesma visão de paraíso, tal qual o “Achamento do Brasil” descrito por Pero Vaz de Caminha e relatado em carta ao Rei de Portugal Dom Manuel, não sendo necessário para tanto, nestas paragens, um único braço de mar. "A terra em si é de muito bons ares frescos e temperados (...) Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo” (...).
O município é constituído de 3 distristos: São Joaquim do Monte (sede), Barra do Riachão e Vila de Santana.
Outras vilas e povoados:
Cajueiro, Várzea Fresca, Monte Alegre, Monte Azul, Bananeirinha, Jabuticaba,Goaibeira, Trevo de Formigueiro, Sítio Fernandes...

Na aba da serra
Nos braços do monte
No amanhecer do Agreste
Nasceu São Joaquim do Monte
(Autor: Josinaldo Amaury)



Bravura e Amor
(Hino São Joaquim do Monte)


Esta terra de bravura e amor
Construída por homens valentes
Nos braços força e vigor
Fazem o progresso sempre presente

Nos versos desta construção
Registremos a pureza da verdade
Falando do ousado tempo
Da remota realidade

Os campos foram inspiração
A beleza anatomia das terras
E como sementes no seu ninho
Aconchegam a maravilhosa Aba da Serra

Entre fontes d’águas cintilantes
E verdes motes, Aba da Serra prosperou
Deu lugar à Camaratuba
Que bravas e novas conquistas legou

Aba da Serra, emancipou-se
Passou de vila à cidade em 1928
Com legitimidade
Hoje São Joaquim do Monte
Canta esta liberdade.

Letra: Margarida Tavares e Joel Malaquias
Música: Ricardo Franklin, Rinaldo Barbosa e Ricardo Nascimento.


Como era a localidade onde nasceu o povoado de São Joaquim, na região chamada Aba da Serra?
Os primeiros habitantes
Índios?
Não existe vestígios da existência de aldeias indígenas por essas paragens, muito embora, seja provável que por aqui tenham vivido.
O que sabemos com certeza é, que o homem branco, de origem portuguesa, vindo do litoral, mestiços e escravos fugindo dos engenhos foram os primeiros a habitar esta região. 


Na metade do século XVIII Algumas famílias já habitavam a região onde hoje está edificada a cidade de São Joaquim do Monte. À época, seus moradores viviam nas chamadas “terras do Rei”. Suas moradias eram rudes e distantes uma das outras.
Tratava-se de uma região coberta de florestas e cortada por riachos perenes. As terras do Rei, as daqui, pertenciam ao município de Bonito, o empório mais importante do Agreste, haja vista, que para a cidade de Bonito, se dirigiam comerciantes das regiões mais longínquas afim de se abastecerem de viveres de primeira necessidade ou para venderem seus produtos agrícolas.

Da Sesmaria de Ararobá ao Povoado de São Joaquim

Até o ano de 1890, o local onde hoje está edificada a cidade de São Joaquim do Monte, eram Três propriedades onde ja viviam algumas famílias, pertencentes, essas terras, ao município de Bonito e de propriedade dos Senhores, Capitão Manoel Antônio, português de origem, Manoel Caetano da Costa e Manoel Quintino dos Santos
As três propriedades formavam uma região conhecida por Aba da Serra onde, mais tarde surgiria o povoado de São Joaquim.

 1-As terras de propriedade do Capitão Manoel Antônio, ficavam na parte denominada “Conceição” junto das larjinhas, local onde foi construída a Barragem Caianinha. Lá, o Capitão fixou residência.

2-Já as terras de Manoel Caetano da Costa, começavam mais ou menos onde foi construído o açougue público, no início da Av. Estácio Coimbra descendo em direção a região onde foi construido o hospital e o primeiro posto de gasolina. Décadas depois, essas terras, tornaram-se propriedade de José Joaquim de Melo, o José Gameleira.

3-Manoel Quintino dos Santos adquiriu a propriedade conhecida por Monte, onde construiu sua casa no lugar onde hoje é o sobrado do ex-prefeito Barnabé Monteiro. A casa foi construída de maneira estratégica a margem da estrada que levava à Bonito. A mesma estrada que nos dias de hoje sobe em direção ao Santuário do Frei Damião.

O Surgimento do Povoado

povoado nasceu nas terras da propriedade conhecida por Monte, pertencente ao Sr. Manoel Quintino dos Santos. Faixa de terra que descia o monte e se estendia até aonde hoje é o açougue público. Ali existia uma porteira dividindo as propriedades.
Curiosamente, a povoado nasceu e se expandiu descendo pela rua que hoje homenageia Manoel Franklin indo em direção a estrada que levava à região do Caiana e a Currais, hoje Alto Bonito.


A construção da casa que deu origem ao povoado.

Conta a história, que o Senhor Manoel Quintino que residia com a família em Lagoa de Dentro,  propriedade rural que deixou para sua filha Raimunda e para os demais filhos, em 1890, construiu uma casa à margem da estrada, à época, muito movimentada e caminho obrigatório para a cidade do Bonito. A mesma estrada que hoje sobe a conhecida Rua do Clube em direção ao Santuário do Frei Damião. 
Manoel Quintino havia construído uma casa ampla. Nela, havia uma bodega(mercearia) e uma estribaria(uma espécie de cocheira). Os sertanejos que se dirigiam para Bonito com seus animais carregados, finalmente, tinham onde descansar em segurança, fazer uma rápida refeição, banhar e alimentar seus animais próximo a uma cachoeira que ali existia. Os que vinham ao cemitério visitar seus mortos também faziam paragens por ali.


Conta a história também, que, construída a primeira casa, em poucos anos (1891/1896) surgiu o povoado com o nome de São Joaquim.
Era dado ali, talvez até de maneira inconsciente, o início da edificação da cidade e, consequentemente à formação do atual território municipal.
Para que isso acontecesse, outras casas foram construídas ao lado da residência do Sr.  Manoel Quintino dos Santos, nas terras de sua propriedade.
No mínimo, uma permissão teria que ser dada para que alguém construísse uma casa ao lado da do proprietário daquelas terras. Foi certamente, dada essa permissão com um único objetivo, o de povoar a localidade.
Tudo levar a crer que o dono da propriedade conhecida por Monte, doou ou vendeu os terrenos para que mais casas fossem ali construídas. Por isso, é atribuído ao Sr. Manoel Quintino dos Santos a fundação do Município de São Joaquim do Monte.


A Cólera e o 1º cemitério:

            Em 1850, chegou a nossa região, trazida, provavelmente, por viajantes contaminados vindos do litoral uma epidemia de Cólera, doença, na época, desconhecida e de fácil transmissão, caracterizada por diarréia aquosa abundante, vômito e câimbras nas pernas.
            As primeiras vítimas da doença foram levadas em redes para serem enterradas no cemitério da cidade do Bonito, como era feito, sempre que alguém ia a óbito na região. Feita a primeira viagem, aquelas pessoas cansadas da difícil caminhada se depararam com outros corpos prontos para serem enterrados. Foi quando decidiram aqueles senhores, cercar uma área erma de terra, onde hoje está edificada a torre da Matriz e a estátua de Frei Damião, onde improvisaram um cemitério, haja vista, não haver condições de voltarem a Cidade Mãe, no mesmo dia para enterrarem seus entes queridos vítimas do Cólera. Assim surgiu o primeiro cemitério do lugar.

A Cólera.
A primeira aparição de Cólera no Brasil, ocorreu na década de 1820 na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país. Em 1855 mais de 200 mil pessoas morreram vítimas da doença somente naquela cidade.
Com pouco conhecimento sobre a doença, ela era tratada com dieta a base de café e cachaça.

Atual Cemitério.
O atual “Campo Santo” batizado de São Bento foi inaugurado em 1939 na gestão do prefeito Pedro Sérgio de Menezes.

Construção de uma Capela mais ampla

            Numa missa domingueira no ano de 1913, o missionário Frei Epifânio anunciou a ampliação da capela e para isso teve-se que transferir para outro local o cemitério, que ficava onde hoje está edificada a torre da Matriz e a estátua do Frei Damião.O que somente aconteceu em 1939.
O generoso José Gameleira doou todos os tijolos necessários para a ampliação, como também toda a madeira. E ainda emprestou seus carros-de-boi, para o transporte dos materiais para o local da obra.
As obras de ampliação da Capela se encerram no ano de 1915, tendo sido, a sua inauguração, portanto, realizada no dia 06 de janeiro de 1916 em comemoração a festa dos Reis Magos

            A nossa igreja vinculada à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Bonito que pertencia à Província Eclesiástica da Arquidiocese de Olinda e Recife, pontificando, como Arcebispo, Dom Miguel de Lima Valverde.
            Fundamentado no parágrafo 3º do Cânone 454 do Código de Direito Canônico, Dom Miguel Valverde exarou Decreto pelo qual decidiu “Criar uma nova Paróquia no município do Bonito, elevando à categoria Paroquial a Capela de São Joaquim do Bonito”. Isso aconteceu em 24 de dezembro de 1929.

Foi o Padre Clímaco que comandou a última reforma na nossa matriz.


Altar mor

            Sob a administração do Pe. Viana – Tio de Geraldo Menezes que é filho do ex-prefeito Severino Menezes – foi realizada a inauguração do Altar Mor da nova Matriz, em 27 de novembro de 1931. Também neste ano foi doado por José Vitorino de Carvalho - Zuza Vitorino um Sacrário de ferro onde seria guardado o “Santíssimo” na nova Igreja Matriz.

Imponente, todo em mármore foi doado por Zuza Vitorino, José Vitorino de Carvalho, que falecera inesperadamente, sendo a promessa cumprida pela viúva Dona Doninha.

Como foi instituído o Mês Mariano?
Foi Padre Viana que instituiu o mês Mariano em 1931, iniciando-se, desde aquele ano, a prática sacrossanta dos “noiteiros do mês de maio” assim chamadas as famílias que patrocinam as celebrações das noites de maio, dedicadas à Mãe de Jesus, até os nossos dias.

Finalmente sua emancipação.
Finalmente, em 11 de setembro de 1928, o Distrito de São Joaquim conquistou sua emancipação.
16 anos depois de ter sido elevado a categoria de distrito e 37anos depois de construída a primeira casa.


Emancipação e pendência
??????

São Joaquim torna-se CAMARATUBA.

Em 31 de dezembro de 1943, o município de São Joaquim passou a denominar-se CAMARATUBA, por haver no Sul do país uma cidade com o mesmo nome (tal fato se deu 15 anos depois de sua emancipação com pendência).
Contudo, por qual motivo foi escolhido o nome de CAMARATUBA?
Havia na região em fartura, uma planta nativa, da família das verbenáceas por nome CAMARÁ, também chamada CAMBARÁ.
Com a junção do verbete TUBA, elemento de origem Tupi que denota abundância. Daí surgir o vocábulo Camaratuba, nome da localidade, numa alusão inconteste à abundância de camará naquela região.  Por um período de apenas 5 anos São Joaquim foi chamado de Camaratuba.


CAMARATUBA passa a se chamar São Joaquim do Monte

Muito embora tenha mudado de nome, só através de documentos e anúncios oficiais sabia-se que essa localidade se chamava Camaratuba. Toda região, assim como os próprios moradores continuavam a chamá-la de São Joaquim. Não é que não gostaram do novo nome, é que já estavam acostumados ao antigo. Pensavam as autoridades da época, o que fazer para solucionar o problema.
Em 31 de dezembro de 1948, decidiram que o município de CAMARATUBA passaria a denominar-se SÃO JOAQUIM DO MONTE, visto que, o povoado de São Joaquim nasceu aos pés da “Fazenda Monte”.
De São Joaquim para Camaratuba. Lei estadual nº 952 de 31/12/1943.
de Camaratuba para São Joaquim do Monte. Lei estadual nº 416 de 31/12/1948.

Fontes pesquisadas:
1-Coluna mensal de Roldão Joaquim dos Santos - Jornal a Época.
(Livro)
2-Filho,José Moisés de Melo. 2008. Resgate - Um Passado Desconhecido.2008. 1ª edição.São Joaquim do Monte-PE.
3-Pesquisa de campo do autor deste blog.

sábado, 9 de abril de 2016

FOTOS MINHAS NA IMPRENSA

Divulgando São Joaquim do Monte
1º semestre de 2008, início da construção da estátua do Frei Damião.
Jornal do Commercio - Recife
Em destaque a Barragem Caianinha e a residência do Sr. José Menezes.

Agosto de 2008 - Inauguração da Estátua do Frei Damião
Obra do artitista plástico - José Caxiado.
Matéria: Neide Aciole - Jornal Extra de Caruaru 
Setembro de 2008- Inauguração do portal de entrada da cidade.
Jornal do Commercio
Agosto de 2008- Meu primeiro texto peblicado em jornal.
Matéria: Neide Aciole - Jornal A Época.
1ª turma de ensino superior da história do muncípio.
Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia
Março de 2009
Seminário Temático de Língua Portuguesa, o primeiro apresntado pela turma.
Professora Carol Coimbra - Jornal A Época

Janeiro de 2008, a maior Festa de Reis já realizada em São Joaquim.
No palco Banda Calypso.
A Banda Calcinha Preta foi outra grande atração desta festa.

 Cido Fotografias
Agosto de 2010 - 80 anos de paróquia.
Vistia do Governador Eduardo Campos a Vila de Barra do Riachão 
Município de São Joaquim do Monte.
Revista Total

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Nosso CASARIO, uma herança portuguesa...

ATENÇÃO: A reprodução e divulgações de TEXTOS e FOTOS deste blog só com a autorização do autor.


Casa Paroquial - Centro São Joaquim do Monte.

                                                 Antiga Residência do Sr. Pedro Menezes
Av. Estácio Coimbra - Centro São Joaquim
Atual Morador - José Menezes

Antiga residência da família Rosendo Vitorino
esposo de Dona Toinha Boleira - Atual proprietário: Arranha Céu
Praça Antonia Cabral de Oliveira -Centro
Antiga residência do Sr. Joel Malaquias de Menezes,
pai de Antônio Oliveira de Menezes,
ex-prefeito e presidente do Bandeirante Esporte Clube.
 Av. Estácio Coimbra - Centro
 Antiga residência do Sr. Pedro Barreto
Atuais moradores seus filhos Jafre e Aline Barreto
Praça Antônia Cabral de Oliveira
 Antiga residência do Sr. José Alves
Atual moradora: Dona Isomar, viúva.
Av. Estácio Coimbra - Centro
 Antiga residência do Sr. José Gameleira
Atual morador: Del de Ismael
Rua Manoel Franklin - Centro
Uma casa, dois CORONÉIS:
Coronel Gino e atual morador Coronel Toscano
Rua Manoel Franklin - Centro
Verde: Antiga residência do Sr. José Quintino.
Atuais moradores: familiares
Rosa: Antiga residência do casal Pedro Texeira e dona Esterzinha
Atuais moradores: familiares
Av. Estácio Coimbra - Centro
 Antiga residência do Sr. Artur Franklin
Atual moradora: Dora Franklin, viúva
Rua Manoel Franklin - Centro
Antiga residência do casal Joaquim Pedro dos Santos e Dona Mocinha.
Rua Manoel Franklin - Centro

Residência do Sr. Zé Galego

Antiga residência do Sr. Quinca Jota
Atual residência de suas filhas Geni e Eudes

Casa de moradia e comércio construída Por José Vitorino
localizada no antigo caminho das larginhas.
Muito movimentada, esta "venda" era parada obrigatória para os que se encaminhavam
para Currais Novos, hoje, Alto Bonito.

 Nossa Igreja Matriz

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Homens e Mulheres Que Fizeram História Em São Joaquim do Monte

 AS FOTOS DESTA POSTAGEM PERTENCEM AO ACERVO PARTICULAR DE JOSINALDO AMAURY. FICANDO PROIBIDA QUALQUER REPRODUÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO DO MESMO.

 Manoel Quintino dos Santos.
Proprietário das terras do Monte, onde nasceu o Povoado de Aba da Serra.
A ele é atribuída a fundação do município.

Capitão Manoel Antônio (Português de origem).
Um dos proprietários da região chamada de Aba da Serra.

Manoel Caetano da Costa.
Um dos proprietários da região chamada de Aba da Serra.

Primeiro Padre:
Padre Joaquim da Cunha Cavalcanti
O nome do povoado foi dado em homenagem ao religioso.

Primeiro Prefeito:
Joaquim José de Lima (31-12-1928 à 7-10-1930)

Primeiro Juiz de Paz:
Manoel Franklin.


São Joaquim em 1º de julho de 1909, conforme Lei Estadual nº 991 é elevada a categoria de Vila. O Conselho Municipal de Bonito escolhe então o Sr. Manoel Franklin da Silva, para ocupar o cargo público de Juiz de Paz da povoação, agora Vila.


José Joquim de Melo, o José Gameleira (Um homem muito generoso).
A ele são atrubuídas muitas façanhas em prol da emancipação e do desenvolvimento de São Joaquim. Se outros fizeram muito, é sabido que José Gameleira fez muito mais.


1-Em parceria com o amigo José Vitorino de Carvalho, a ele é atribuída a construção de dezenas de casas o que contribuiu para que o povoado fosse elevado à categoria de Vila e Distrito.
2-Doação de terrenos para a construção de prédios públicos como: Hospital,Grupo Escolar Frei Epifãnio,Prefeitura e o prédio da Coletoria Estadual.
3-Doação de todos os tijolos necessários para a ampliação da Igreja Matriz, a que temos hoje, como também, madeira e areia. E ainda emprestou seus carros-de-boi, para o transporte dos materiais para o local da obra.
4-Contruiu um prédio e comprou o motor de despolpar café visando atender a demanda de toda região produtora.
5-Primeiros passos da Iluminação elétrica. Em 1940 adquiriu o primeiro gerador elétrico. Onde passou a fornecer energia, mediante pagamento mensal, por cinco horas diárias no período da noite a aproximadametne 210 ligações elétricas domiciliares. Aos lampiões públicos também era fornecida a energia.
6-Pagamento da dívida com recursos próprios junto ao Município de Bonito, para que finalmente, São Joaquim fosse emancipaldo de fato.

José Vitorino de Carvalho

José Vitorino - Dona Doninha
Pedro Sérgio de Menezes - Dona Joaninha
Artur Franklin - Dora Franklin
Ex-prefeito Samuel Alves
 Ex-prefeito José de Andrade Guedes
 Osvaldo Benício Vaz Cavalcanti
Vitória Tenório Vaz
Maria Júlia de Brito
Josefa Maria de Araújo -Dona Dedé
Esposa de José Agostinho de Araújo
Pedro Teixeira de Carvalho

 Sua esposa - Estelina Maria de Carvalho
 Seu Pequeno da Padaria

Rosendo Vitorino de Oliveira
Sua esposa - Dona Toinha Boleira
 Cremilda Cabral e seu esposo José Correia, entre eles, o Sr. Quinca Jota.
Da esquerda para à direita:
Os dois primeiros ainda são desconhecidos.
Amaro Preto, Toinho Quintino, Zinha Fotógrafo e Dr. Roldão, à época,
prefeito de São Joaquim do Monte.
Francisco Sebastião da Silva
CHICO TAMPA
Prefeito Severino Menezes colocando o Coração de Jesus na prefeitura.

AGUARDEM MAIS POSTAGEM.
COLABORE COM ESTE BLOG COM AS FOTOS QUE VOCÊ TEM EM CASA.

domingo, 6 de maio de 2012

BANDEIRANTE ESPORTE CLUBE

Bandeirante Esporte Clube
O maior time de futebol da história de São Joaquim do Monte - PE

OBS.: As fotos abaixo pertencem ao acervo de Josinaldo Amaury, ficando portanto,
proibida a sua utilização sem a permissão do mesmo.
Bandeira oficial
Observação: Esta chave não faz parte da bandeira.
 
O que o jogador Neymar do Santos faz hoje nos gramados, Célio e Biu Amâncio já faziam há  40 anos.
            Na metade dos anos 60, dois grandes times disputavam jogo a jogo o título de melhor equipe de futebol do município. O Palmeiras de Zé Maloca e o Bandeirante do saudoso Antônio Menezes. A rivalidade levava os craques da época a mudarem de time com certa freqüência, até que anos mais tarde, surgiu uma espécie de super Bandeirante, resultado da junção das duas equipes. Antônio Oliveira de Menezes continuou com a presidência do clube que teve a diretoria assumida pelos membros da diretoria do Palmeiras. Este acontecimento resultou na oficialização da fundação do Bandeirante em 13 de agosto de 1966.
            O Bandeirante levava multidões aos seus jogos. Torcedores faziam filas para comprar ingressos na bilheteria do campo que ficava, onde hoje funciona o Colégio Municipal Osvaldo Benício.
            As jogadas de pura arte, praticadas pelos jogadores Célio e Biu Amâncio, em especial, levavam ao delírio uma torcida que mais parecia comemorar um gol.
            O time que enfrentava as melhores equipes da região e até da capital pernambucana e, que dificilmente perdia uma partida, tornou-se o orgulho do povo de São Joaquim e o sonho dos jovens jogadores da época.
            O ex-clube desperta até hoje a curiosidade dos sanjoaquinenses de todas as idades, embora, suas atividades tenham sido encerradas no início dos anos 80.
 Nesta foto histórica temos o Saudoso Antonio Oliveira de Menezes
dando o pontapé incial de uma partida.
Ao seu lado além do árbitro da partida
os lendários Biu Amâncio e Célio.
Equipes perfiladas para execução do hino.
Da esquerda para a direita
Zé Maloca, Gerson,(+)Antonio Menezes,Miltão,Zé Carlos Menino, Manoel Santos,Adalberto, (+)Seu Nezinho.
Agachados: Biu Amâncio, (+)Naldinho,Zezinho Luís,Toinho Maquilage,(+)Célio, Bonfim.

Uma possível escalação do Bandeirante dos anos 70.

Goleiro – Lola (Inácio/Veio).
Zagueiros – Adalberto / Maurílio.
Laterais – Manoel Quintino / Alvinho.
Volante – Zé Carlos Menino / Naldinho
Meias – Biu Amâncio / Toninho Quintino
Pontas – Severino Teopino / Alberto
Atacante – Célio.
 Da esquerda para a direita:
Adalberto,Edinho e Zé Carlos Menino, Zé Edson,Véio e Murilo de Maria Júlia.
Agachados: Malvino,(+)Célio,Toinho Maquilage,Zezinho Luís e Biu Amâncio.


Torcedores fanáticos:
(+)Zuzinha Agostinho, que costumava comemorar os gols com tiros de pistolas para o alto em meio a torcida. Seus dois filhos (Toninho, bira) jogaram pelo Bandeirante.

(+)Seu Peteca com seu “bandolin” comandava a festa sempre que o Bandeirante ganhava uma partida. O Bar Bela Vista de propriedade de Zuzinha Agostinho era o local de encontro da torcida.
Wibiraci Teixeira de Carvalho, o LOLA.
Outro que fez história no gol do Bandeirante.
 Da esquerda para a direita:
Zezito Leite, Zinha Godói,Everaldo,Cecílio Pinheiro,Toinho Agostinho,Lola, e Zé Maloca.
Agachados: Adalberto,Biu Amâncio,Severino Tiopino,(+)Naldinho,Toinho Maquilage,XXXXXX,Malvino.



Ficha:
Time – Bandeirante Esporte Clube.
Uniforme – Vermelho e branco.
Fundação – 13 de agosto de 1966
Presidente – Antônio Oliveira de Menezes.
Diretores – Zé Ferreira, Zinha Godói, Zé Maloca, Nezinho da venda, Pedrinho Fogueteiro e Zuzinha Agostinho.
Sede – Travessa Manoel Franklin, S/nº, Centro.


ESTE TIME É O SPORT DE ZEZITO LEITE
Nesta equipe temos 5 irmãos - Filhos de Maria Júlia
Da esquerda para a direita:
Zinha Godoi, XXXXXXX, Marcão,Tonho de Chico,Toinho Agostinho,Marcone,Zezito Leite.
Agachados: Everaldo,Murilo,Malvino,Maurilho,(+)Toinho Ancelmo,Lelê.

Aguarde mais postagem....